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Sexta-feira, 2 de outubro de 2026

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PM descarta explosivos em mochila arremessada perto do STF

Por Redação
Publicado em 02/10/2026 às 13:47

Varredura do Esquadrão Antibombas, acionada na noite de quinta-feira (1º), concluiu que o objeto lançado sobre uma parada de ônibus continha apenas itens pessoais. A PM afirma que não houve elementos de tentativa de invasão; o STF diz que o homem tentou pular a grade.

A Polícia Militar do Distrito Federal descartou a presença de explosivos em uma mochila arremessada na noite de quinta-feira (1º) nas proximidades do Supremo Tribunal Federal, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. O Esquadrão Antibombas examinou o objeto, lançado sobre uma parada de ônibus, e a hipótese de artefato explosivo foi afastada. A área chegou a ser isolada e foi liberada por volta das 21h50, segundo relatos da ocorrência.

A PMDF informou que o episódio começou às 19h50, durante monitoramento na região, quando foi visualizado um homem de 28 anos que teria arremessado a mochila sobre a parada de ônibus. A situação foi comunicada ao posto de policiamento fixo. Na abordagem, o homem apresentou resistência e proferiu declarações de cunho reivindicatório, de acordo com a nota da corporação reproduzida pela CNN Brasil. Depois de verificar a dinâmica dos fatos, a PM afirmou que não foram identificados elementos que caracterizassem tentativa de invasão às dependências do STF.

O Supremo apresentou versão distinta nesse ponto. Em nota, a Corte afirmou que um indivíduo, nas proximidades do ponto de ônibus em frente ao tribunal, tentou pular as grades. A movimentação teria sido identificada pelo sistema de monitoramento, com acionamento imediato da Polícia Militar e da Polícia Judicial. Como a mochila foi arremessada sobre o ponto, tornou-se necessário acionar a Operação Petardo, protocolo usado para averiguar possível artefato explosivo.

A inspeção não encontrou bomba. O Correio Braziliense e o Metrópoles registraram que a mochila continha apenas objetos pessoais. O Congresso em Foco informou que o perímetro foi isolado, que a Esplanada dos Ministérios chegou a ser fechada e que a circulação foi restabelecida por volta das 21h50. O homem foi detido e encaminhado à 5ª Delegacia de Polícia. Após prestar depoimento, foi liberado, segundo a PM e os relatos da ocorrência. Não houve divulgação do nome nem de enquadramento criminal.

No momento da ocorrência, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, já havia deixado o prédio, de acordo com os mesmos relatos. Não há, nas fontes consultadas, vínculo confirmado entre o homem e partido, candidato ou grupo. A identidade e o teor exato das declarações reivindicatórias não foram detalhados.