Cássio de Holanda Tavares construiu uma trajetória de mais de duas décadas ligada ao serviço público e ao sistema de Justiça do Acre. Defensor público desde 2005, ele também trabalhou no Ministério Público do Acre (MP-AC) e teve atuação na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB-AC).
Cássio morreu na última quinta-feira (27), em Rio Branco, após luta contra o câncer. Instituições onde ele trabalhou e colegas de profissão prestaram homenagens e destacaram tanto a atuação profissional quanto a maneira como ele se relacionava com as pessoas.
A Defensoria Pública do Acre (DPE-AC) decretou luto oficial de três dias e suspendeu o expediente regular na última sexta-feira (28). O atendimento ao público deve ser retomado na segunda-feira (31).
Formado em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto, Cássio começou a construir sua trajetória profissional no Acre no Ministério Público.
Entre 2002 e 2005, trabalhou como servidor do MP. Nesse período, também passou pelo assessoramento jurídico da instituição.
Em 2005, ingressou na Defensoria Pública. Foi na instituição que desenvolveu a maior parte da carreira e atuou principalmente na área criminal, chegando a coordenar o setor.
Ao longo de mais de 20 anos na DPE, participou do atendimento e da defesa de direitos da população acreana. Para a instituição, Cássio deixou como marca o compromisso com a missão da Defensoria e a atenção dispensada às pessoas que procuravam o serviço público.
A trajetória de Cássio também esteve ligada à advocacia acreana. Ele exerceu o cargo de secretário-geral adjunto da OAB-AC em
“Ao longo de sua caminhada, construiu relações de respeito e amizade, deixando sua contribuição registrada na história da advocacia e das instituições jurídicas do Acre”, disse.
A entidade destacou que, durante sua passagem pela direção da Ordem, Cássio participou da vida institucional da OAB e contribuiu para ações relacionadas à advocacia, à cidadania e ao sistema de Justiça.